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Mais uma para o “Zap Zap”

Publicado em: 01 de Outubro de 2018

Mais uma para o “Zap Zap”

Olá, meus amigos!

Mais uma vez, estou aqui preocupado com o texto de vocês nas redes sociais e nos e-mails.

Por isso, selecionei aqui mais algumas questões relevantes e que mostram muito sobre seu comportamento e, de alguma maneira, seu conhecimento formal.

Então, vamos a alguns usos em desacordo com a norma padrão e que encontram respaldo na oralidade.

 

1) O uso das formas infinitivas dos verbos sem o R no final:

É muito comum que os usuários da língua portuguesa transfiram para a escrita traços da oralidade (fala). Em contextos informais, não há nenhum problema quanto a isso, mas, em contextos formaisessa “invasão” do nosso “jeitão” de falar pode nos atrapalhar um pouco.

Neste caso, estamos tratando da supressão do R na grafia dos verbos flexionados na forma infinitiva dos verbos. A marca do infinitivo é o R, então todo verbo, quando no infinitivo, termina em R. Portanto, temos um problema. Vou “desenhar” para todo mundo entender.

O infinitivo é o nome do verbo. Quando perguntamos para qualquer flexão verbal “que verbo é esse?”, a resposta será o infinitivo. Por exemplo: Cantáramos – Que verbo é esse? Cantar. O infinitivo do verbo em questão é CANTAR. Tudo tranquilo até aqui! Aí, na hora de falar, acabamos não pronunciando o R, como se o verbo fosse escrito assim: Cantá; Eu vou cantá. Sabemos, todavia, que não é assim, o correto na grafia é “vou cantar”. Sabemos, muitas vezes, o correto, mas o uso quotidiano nos derruba e acabamos nos deixando levar pela oralidade e escrevemos naquele grupo de trabalho “Vou entrega o relatório hoje”. Pronto! Pode (não disse que será) ser o suficiente para alguém começar a te avaliar de uma forma mais jocosa.

Acha que isso não acontece? Isso o quê, Macarrão? As duas coisas: pessoas escreverem o infinitivo sem o R e mudança de avaliação por cota desse tipo de inadequação na escrita. Acontece e muito!

Então, nada de “Eu vou compra”, “Eu vou estuda”, “Eu pretendo aprende” e afins!

Tomem muito cuidado! Isso passa “facinho” da sua fala cotidiana para sua escrita. Cuidado em redações de exame de seleção, concursos e afins!

 

2) O N do NDO do gerúndio:

Há uma forma nominal de verbo chamada gerúndio de que nós gostamos bastante por aqui no Brasil: Estou fazeNDO o exercício.

Nenhum problema quanto a esse uso. O problema está no que chamamos de gerundismo, que é o uso do gerúndio em situações em que este não cabe (“Vou estar transferindo”, por exemplo). Além dessa questão, no entanto, há uma questão gráfica em relação ao gerúndio.

Ficou curioso? Então, fique atento ao nosso próximo texto!

Um abraço e até a próxima!


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